| keyart | nome | autoria | resumo | arqpdf | datapub | epicomentario | keywords |
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| Distribuição espacial do risco: modelagem da mortalidade infantil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil da mortalidade infantil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil | Shimakura SE, Carvalho MS, Aerts DGC, Flores R | Estimação e mapeamento de perfis de risco são interesses da Epidemiologia. Neste trabalho,é analisada a distribuição espacial de casos de mortalidade infantil, comparados a controlesde nascidos vivos amostrados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivo |
| 9/30/2001 12:00:00 AM | Exemplo de espacialização de risco utilizando GAM. | Análise Espacial; Modelos Epidemiológicos; Mortalidade Infantil |
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| Mercados hospitalares em área urbana: uma abordagem metodológica. | Pinheiro RS, Travassos C, Gamerman D, Carvalho MS | Neste trabalho, desenvolveu-se um método de construção de mercados hospitalares em região urbana, considerando os pacientes que sofreram fratura de colo do fêmur e que foram internados durante o período de 1994-1995 em hospitais do município do Rio de Janeiro financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Utilizou-se técnica de alisamento espacial, a partir da estimativa de Kernel (quártico) para construção de áreas de atendimento de cada hospital e, posteriormente, dos mercados hospitalares. Foram apresentadas áreas do município nas quais houve domínio do mercado e domínio secundário no atendimento de pacientes com fratura de colo do fêmur. O estudo de mercados hospitalares pode auxiliar o planejador de saúde na busca de realocações mais eficientes durante o processo de alocação de recursos. |
| 9/30/2001 12:00:00 AM | Interessante desenvolvimento do conceito de mercado hospitalar. | Análise Espacial; Serviços de Saúde; Instituições de Saúde; Recursos Humanos e Serviços |
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| O conceito de espaço em epidemiologia: uma interpretação histórica e epistemológica | Czeresnia D, Ribeiro AM | Este trabalho apresenta uma interpretação a respeito da utilização do conceito de espaço em epidemiologia. Destaca que o que orienta epistemologicamente a concepção do espaço em epidemiologia é a teoria da doença, assinalando a importância do conceito de transmissão de agentes específicos como estrutura nuclear da apreensão da relação entre espaço e corpo. A caracterização do espaço de circulação de agentes etiológicos das doenças foi a base epistemológica que configurou a utilização de sucessivos desenvolvimentos teóricos da geografia, possibilitando a construção das diferentes vertentes explicativas do conceito de espaço. O artigo analisa especificamente a produção da vertente latino-americana, revisando os principais autores que orientam esses estudos, como Pavlovsky, Max Sorre e Samuel Pessoa. Ressalta o pensamento de Milton Santos como referência fundamental das pesquisas mais recentes acerca da organização social do espaço e emergência ou prevalência de doenças. Aborda, ainda, transformações contemporâneasna apreensão do espaço e seus reflexos nos estudos epidemiológicos. |
| 7/1/2000 12:00:00 AM | | Geografia Médica; Espaço Geográfico; Análise Espacial; Epidemiologia |
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| A concepção de "espaço" na investigação epidemiológica | Costa MCN, Teixeira MGLC | As atuais fragilidades conceituais e metodológicas da epidemiologia são fatores que têm restringido o estudo dos fenômenos de saúde das coletividades humanas. Neste artigo alguns princípios básicos são apresentados como resultado da observação do percurso da geografia na definição do seu objeto – o espaço – e da sua aplicação na medicina e na epidemiologia. Esses princípios fundamentam a pertinência da estratégia conceitual e metodológica que tem como perspectiva a abordagem do espaço geográfico-social, já que este é entendido como expressão das condições de vida da população. A aplicação desse conceito na prática da investigação epidemiológica ainda é limitada, embora outras reas do conhecimento já tenham desenvolvido propostas de superação. Os estudos de agregados, cuja unidade de análise é o grupo, mais freqüentemente os agregados espaciais, e o modelo ecológico que se baseia na idéia de inter-relação de fatores, se aperfeiçoados , podem vir a ser uma alternativa promissora nesta direção. Destaca-se que a totalidade deve ser a referência científica, visando garantir o não afastamento dos complexos processos interativos determinantes dos fenômenos de saúde na população. |
| 4/1/1999 12:00:00 AM | | Geografia Médica; Espaço Geográfico; Análise Espacial; Epidemiologia |
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| Ordinal regression models for epidemiologic data | Armstrong BG, Sloan M | Health status is often measured in epidemiologic studies on an ordinal scale, but data of this type are generally reduced for analysis to a single dichotomy. Several statistical models have been developed to make full use of information in ordinal response data, but have not been much used in analyzing epidemiologic studies. The authors discuss two of these statistical models—the cumulative odds model and the continuation ratio model. They may be interpreted in terms of odds ratios, can account for confounding variables, have clear and testable assumptions, and have parameters that may be estimated and hypotheses that may be tested using available statistical packages. However, calculations of asymptotic relative efficiency and results of simulations showed that simple logistic regression applied to dichotomized responses can in some realistic situations have more than 75% of the efficiency of ordinal regression models, but only if the ordinal scale is collapsed into a dichotomy dose to the optimal point The application of the proposed models to data from a study of chest xrays of workers exposed to mineral fibers confirmed that they are easy to use and interpret, but gave results quite similar to those obtained using simple logistic regression after dichotomizing outcome in the conventional way. |
| 1/1/1989 12:00:00 AM | | Asbestosis; Regression analysis; Statistics |
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| Regression models for ordinal responses: a review of methods and applications | Ananth CV, Kleinbaum DG | |
| 6/1/1997 12:00:00 AM | | |
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| Georreferenciamento de dados de saúde na escala submunicipal: algumas experiências no Brasil | Barcellos C, Ramalho WM, Gracie R, Magalhães MAFM, Fontes MP, Skaba D | Neste trabalho, são relatadas experiências de georreferenciamento de dados de saúde em alguns Municípios brasileiros, analisadas segundo a disponibilidade e atualização de bases cartográficas e o tratamento de dados de endereço nos sistemas de informações em saúde (SIS). A diversidade de estratégias de georreferenciamento de dados no Brasil é resultado das condições particulares de desenvolvimento desses projetos nos Municípios, o que influi na eficiência e precisão da localização dos eventos de saúde. São sugeridas estratégias para captação e armazenamento de dados de endereço nos SIS e sua compatibilização com os cadastros de logradouros existentes, bem como o desenvolvimento de programas e aplicativos que permitam buscas e relacionamentos entre essas duas bases de dados. |
| 1/1/2008 12:00:00 AM | | georreferenciamento, sistemas de informações em saúde, cartografia, geoprocessamento |